O construtor americano de aviões Boeing informou nesta terça-feira que adiará o primeiro voo do 787 Dreamliner e que levará um tempo para fixar a nova data para o lançamento. Este é o quinto adiamento do projeto, considerado uma peça-chave para o futuro da empresa.
A empresa explica no comunicado que o atraso se deve à necessidade de reforçar uma parte da fuselagem identificada em testes recentes. Um novo calendário para o primeiro voo e a primeira entrega do aparelho deve ser apresentado em algumas semanas, enquanto as equipes técnicas continuam com os testes.
O 787 Dreamliner, que já tem 865 encomendas de 56 companhias aéreas, teria seu primeiro voo no segundo trimestre deste ano, conforme anunciado em dezembro pela Boeing, e as primeiras entregas estavam previstas para o início de 2010. Anteriormente, a companhia tinha planejado colocar o avião no ar no final de 2008 e entregar as primeiras unidades no final deste ano.
Produzido com compostos de carbono, o avião deve gerar uma economia de 20% de combustível e é uma das apostas da indústria americana para para fazer frente ao sucesso do gigante A-380 da Airbus. Na Bolsa de Valores de Nova York, os papéis da companhia caíam quase 6% após o anúncio nesta terça-feira.
O aeroporto Internacional Charles de Gaulle, em Paris, pulou para a quinta posição no ranking dos aeroportos mais movimentados do mundo, superando o complexo de Los Angeles (EUA). Em primeiro lugar, continua o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson, de Atlanta, com um movimento anual de 90.039.280 passageiros, seguido por Chicago O’Hare, com 69.353.654 passageiros. Em terceiro lugar figura o Aeroporto Internacional de Heathrow, em Londres, e no quarto lugar está o Aeroporto de Haneda, em Tóquio.
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O Brasil obteve a quinta melhor nota entre os países do G20 (grupo formado pelas sete maiores economias do mundo e principais nações emergentes) na auditoria realizada pela OACI (Organização de Aviação Civil Internacional) em maio último. A inspeção verificou a segurança do sistema de aviação civil dos signatários da entidade, e já foi realizada em mais de 120 membros – até 2010, a entidade pretende avaliar 190 países. O Brasil somou 87,3 pontos, ficando atrás apenas de Coréia do Sul, Canadá, França e Estados Unidos. O objetivo da entidade é identificar o grau de adequação dos avaliados às normas que ela estabelece para segurança de vôo e operações em terra – como o manejo de passageiros nos aeroportos e a capacidade dos órgãos ligados ao setor. Estes, por sinal, também recebem notas. A ANAC obteve 71; o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), 95; e o CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), 96. Isoladamente, o DECEA ficou à frente de países como Estados Unidos e Alemanha. A avaliação da OACI não tem caráter punitivo. Ela existe para detectar os problemas relacionados à aviação e incentivar as autoridades a corrigi-los. Esta foi a primeira vez que o Brasil passou por uma inspeção do gênero após a crise aérea que culminou com os dois maiores acidentes da história do País.
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No próximo dia 1 de julho, a BOEING lança seu ambicioso programa de ensaios para certificação do 787 Dreamliner, previsto para ser concluído em apenas nove meses. Os primeiros testes de estruturação e sistemas foram “razoavelmente bem” na definição de Frank Rasor, diretor de operações de voos de teste do fabricante. Agora, o desafio é atingir a meta de 6.800 horas de testes em voo e em solo. Uma das principais dificuldades, na opinião dos próprios engenheiros da BOEING, são as simulações dos sistemas integrados de aviônicos e comandos de voo. O primeiro voo do 787 está previsto para este mês. Será uma boa oportunidade para comprovar até que ponto as pretensões da gigante americana são mesmo factíveis.
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A mudança de comando na Webjet alterou os planos de expansão da companhia. No final do ano passado, o ex-presidente Paulo Enrique Coco disse que, por causa da crise, a empresa teria de colocar um freio na aquisição de novas aeronaves. Mas o bom desempenho no mercado nacional e a chegada de Wagner Ferreira para ocupar a presidência mudaram a proa. Em maio último, a companhia contava com 13 aviões operando no Brasil. E, agora, outros três 737-300 devem chegar até junho. Além do investimento na ampliação da frota, a companhia abriu uma sede nova na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, e passou o setor de manutenção para o Galeão. O interior de todas as aeronaves está sendo padronizado.
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A companhia oferece diversas ligações no centro-sul do País, como as rotas recém-inauguradas entre o Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis e Chapecó. Outra novidade foi o lançamento de uma linha entre o aeroporto central fluminense e São Paulo (Guarulhos).
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O grupo LAN está investindo US$ 70 milhões para instalar winglets na frota de 37 aeronaves Boeing 767, e incluirá no pacote os dois jatos deste modelo que operam na coligada ABSA – Aerolinhas Brasileiras SA. Calcula-se que a instalação do kit trará uma redução de até 5% no consumo de combustível, o que já garante o retorno do investimento.
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De acordo com o presidente-executivo da AIRBUS, Tom Enders, o custo de desenvolvimento da aeronave A350 será de cerca de 11 bilhões de euros, o equivalente a US$ 15,2 bilhões.
O executivo afirmou que o número não representa um aumento nos planos de investimento do projeto, que criará uma aeronave rival ao 787 Dreamliner da BOEING. As projeções iniciais apontavam um custo aproximado de 10 bilhões de euros.
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Segundo dados divulgados pela INFRAERO, dos 67 aeroportos administrados pela estatal, 44 deram prejuízo no ano de 2008. Estes aeroportos gastaram juntos, R$ 115 milhões a mais do que arrecadaram. Apesar disso, o saldo do ano passado foi positivo em R$ 372 milhões. Os três aeroportos de São Paulo (Cumbica, em Guarulhos e Congonhas) administrados pela estatal estão no topo dos que mais ganharam. Cumbica, em Guarulhos, lucrou R$ 340 milhões, e Viracopos, em Campinas, outros R$ 108 milhões. De olho nesses lucros, empresas nacionais e internacionais já procuraram a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), para saber detalhes das futuras concessões. Entre elas, está a Fraport, grupo com sede na Alemanha e que administra aproximadamente 60 aeroportos em todo o mundo. No Brasil, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e outras empreiteiras de grande porte também já demonstraram interesse nas concessões.
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A companhia aérea norte-americana US Airways anunciou sua entrada no mercado brasileiro a partir de dezembro de 2009. A empresa conectará os passageiros do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, com a cidade de Charlotte, na Carolina do Norte.
Dentre as empresas estadunidenses que operam em terras brasileiras, a US Airways terá que concorrer com as gigantes United Airlines e American Airlines.
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